segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Os jovens também se cansam


Textos: Pv. 20.29; Is.40.30-31
Introdução: Em Provérbios 20.29, Salomão elogia a força dos jovens. Porém, Isaías diz que os jovens se cansarão,
ficarão exaustos e cairão. Se os jovens são tão fortes, têm tanta energia e disposição, por quê eles se cansariam e cairíam?

1- A frustração dos objetivos não alcançados.
Emprego, carreira, dinheiro, casamento, e outros sonhos ou necessidades são, muitas vezes, impedidos ou adiados por motivos diversos.
Isto pode causar desânimo e um tipo de cansaço por causa da luta.

2- O cansaço por querer antecipar as coisas ou ir longe demais.
Quem corre muito se cansa. Muitos jovens estão muito apressados para experimentarem os prazeres da vida. Com isso,
entregam-se ao sexo ilícito, a relacionamentos superficiais. Isso pode causar um cansaço existencial, quando, ao se chegar a um
certo tempo da vida, os prazeres tornaram-se problema porque foram buscados na hora errada. Por exemplo, o sexo ilícito pode
trazer gravidez precoce e não planejada, além de doenças, formação familiar inadequada, etc.

3- A força roubada por Satanás.
O Inimigo rouba a força do jovem através do vício da bebida, do fumo e das drogas.

4- A queda do jovem.
Primeiro vem o cansaço, mas o indivíduo tenta continuar com o mesmo tipo de vida. Depois, vem a exaustão, que é um cansaço
extremo e imobilizador. O estágio seguinte é a queda. Quantos estão desistindo dos estudos, da família, do trabalho, e até mesmo
da própria vida!

Conclusão: Não desista. Coloque Deus na sua história. Jesus disse: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados
e eu vos aliviarei” (Mt.11.28). “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças.” (Is.40.31).
O jovem precisa aprender a confiar em Deus e esperar pelo que o futuro lhe reserva, não tentando antecipar aquilo que sua consciência
rejeita por ainda não ser o momento certo.
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O que é ser um cristão?



Texto: Atos 11.25-26

Introdução: Em Antioquia, na Síria, os discípulos foram, pela primeira vez, chamados “cristãos”.
Talvez tenha sido um tratamento pejorativo, mas o nome se tornou usual. Durante muito tempo,
ser cristão era trazer sobre si um risco de morte. No Império Romano, muitos foram lançados aos leões.
Hoje, inúmeras pessoas são identificadas como cristãs, mas o que isso significa?

1- Ser cristão não é:
Ser membro de uma denominação, adepto de uma religião, frequentador de cultos ou simpatizante do evangelho.

2- Ser cristão é:
Ter experiência pessoal com Cristo (crer, aceitar e batizar). Andar com Cristo (ter compomisso, ser discípulo, obedecer).
Tornar-se semelhante a Cristo (questão de caráter; resultado de andar com ele).

Conclusão: O cristão subirá com Cristo quando ele vier, e viverá com ele por toda a eternidade. Os requisitos
para alguém se tornar um cristão são: ser um pecador e querer o perdão e a tranformação por meio de Jesus.
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domingo, 14 de agosto de 2011

Feliz dia dos Pais

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sábado, 13 de agosto de 2011

O louvor na história



O louvor a Deus está mencionado na bíblia desde os tempos mais remotos da humanidade, o primeiro ministro mencionado na bíblia foi Jubal, da descendência de Caim, pai de todos que tocam harpa e órgão(Gn4:21) e em toda bíblia podemos ver a importância do louvor na vida do crente...

O louvor a Deus está mencionado na bíblia desde os tempos mais remotos da humanidade, o primeiro ministro mencionado na bíblia foi Jubal da descendência de Caim, pai de todos que tocam arpa e órgão(Gn4:21) e em toda bíblia podemos ver a importância do louvor na vida do crente( Que Todo o ser louve ao Deus Eterno, e que eu não me esqueça de nenhuma das suas bençãos! Sl 103:2) podemos ver também que Deus exige seriedade no seu trabalho, pois um ministro tem que ter acima de tudo Deus no coração, e a unção do espirito, no templo fundado por Moisés os Levitas, tribo de Leví da descendência de Jacó, foram separados por Deus para dedicar suas vidas por completo para adorar a Deus com seus instrumentos, sua única função era de ministrar o louvor, não trabalhavam e nem tinham outra ocupação, as suas vidas eram dedicadas à Deus. "Crônicas 6:31 São estes os homens que o rei Davi encarregou da música no lugar de adoração em Jerusalém, depois que a arca da aliança foi colocada lá." e "1 Crônicas 16:4 Davi nomeou alguns levitas para dirigirem a adoração ao Eterno, o Deus de Israel, cantando e louvando a Deus, em frente da arca da aliança."

E sempre a Bíblia deixou bem claro do poder que um louvor sincero pode ter em nossa vida, um dos maiores exemplos disso foi da vitória de Jeosafá sobre os filhos de Amom e de Moabe nas montanhas de Seir; quando ele pediu para que os cantores fossem louvando diante do exército e quando chagaram diante os seus inimigos viram o poder de Deus atravez do louvor.Depois de consultar o povo, Josafá ordenou que alguns cantores vestissem roupas sagradas e marchassem à frente do exército, louvando a Deus e cantando assim: "Louvem ao Deus Eterno porque o seu amor dura para sempre." Logo que começaram a cantar, o Deus Eterno causou confusão entre os moabitas, os amonitas e os edomitas, e eles foram derrotados.(2Cr 20:21 e 22)


Muitos foram os ministros que se destacaram na história pela sua dedicação e submissão a Cristo, um exemplo foi Daví, além de ser um exemplo de consagração, ele foi um grande músico, cantor e inclusive inventou vários instrumentos musicais, Miriã, que foi um marco...onde as mulheres também tiveram o seu lugar rendendo louvor e adoração ao Deus altissimo, e em toda a bíblia podemos ver e presenciar exemplos vivos de adoradores consagrados à Deus e que até hoje nos dão um verdadeiro exemplo para sermos perfeitos ministros do louvor de Deus.

A música nasceu no reino dos céus, o homem recebeu a música como uma dádiva de Deus, uma vez que somente o s anjos podiam tocar louvores à Deus (claramente no livro de Ezequiel) mas o homem, pra não perder o "costume", desobedeceu à Deus e começou a usar a música de maneira errada, começou a exaltar a mulher que amava, começou a exaltar a carne e hoje podemos ver como é que está a situação da música. Por isso não caia na conversa fiada de que existe um estilo musical profano, pois pra começar a conversa, no inferno nem música não tem. Deus é o pai de tudo, ele criou tudo, inclusive a música em todos seus rítmos e estilos, a única coisa de que o diabo inventou foi a mentira! Ele se usa da música para levar muitas pessoas para a perdição, pondo grupos e até no nosso meio se dizendo ser cristãos, mas seu único objetivo é nos tirar dos caminhos de Deus, não se iluda com uma banda só por que tocam bem e se dizem crentes, procure saber a origem e seu comportamento fora dos palcos , por isso ministro de música, tome cuidado com a música que você escolhe para por na sua igreja, pois, ela tem muito poder sobre a vida da pessoa.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A Crucificação de Cristo, a partir de um ponto de vista médico


de C. Truman Davis


Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”

Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?

Dados históricos

Isto me levou primeiro a um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz. Eu estou endividado a muitos que estudaram este assunto no passado, e especialmente para um colega contemporâneo, Dr. Pierre Barbet, um cirurgião francês que fez uma pesquisa histórica e experimental exaustiva e escreveu extensivamente no assunto.

Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo--para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga.

Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.

Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.

Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.

O suor como gotas de sangue

O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.

Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.

A condenação


De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.

Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.

Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.

O açoite


O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.

As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.

Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).

Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.

A cruz

Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.

O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.

A crucificação

A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".

O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.

Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:

Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)

Ao ladrão arrependido, Jesus disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)

Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.” E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)

O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.

Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”

Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.

Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)

Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”

Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)

Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.

Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).

O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.

Conclusão



Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.

Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos. Como podemos ser gratos que nós temos o grande capítulo subseqüente da clemência infinita de Deus para com o homem – o milagre da expiação e a expectativa da manhã triunfante da Páscoa.
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8 armadilhas do temor aos homens



“Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, pergunto: Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?” – Salmo 8.3,4

Muitas vezes na nossa vida, nos preocupamos mais com a opinião das outras pessoas do que com a opinião de Deus. Nos preocupamos com nosso status entre outros seres humanos porque deixamos de firmar nossa identidade em Jesus. Quando tememos aos homens, nos tornamos vulneráveis (recentemente, tratei sobre isso em um sermão sobre a Parábola do Semeador – como o temor aos homens nos impede de dar frutos em nossas vidas).

“Quem teme o homem cai em armadilhas”, diz a Bíblia, “mas quem confia no Senhor está seguro” (Provérbios 29.25).

Aqui estão oito conseqüências – armadilhas – que resultam do temor aos homens:

1.Idolatria. Quando nos preocupamos mais com o que os homens pensam do que o que Deus pensa, transformamos as pessoas em ídolos que adoramos – buscamos agradá-los para obter aprovação ou respeito.

2.Ineficácia. Quando tememos aos homens, negligenciamos o chamado de Deus e perdemos o foco para executarmos as tarefas que nos são exigidas porque estamos muito preocupados com o que os outros estão pensando.

3.Falta de amor. Quando estamos preocupados demais com “fazer do jeito certo”, transformamos as pessoas em projetos a serem concluídos. Deixamos de lado a compaixão e nos tornamos frios e calculistas em nossa busca por alcançar as pessoas.

4.Falsidade. Se você está motivado além da conta pelas opiniões dos outros, você não será você mesmo. Será como um camaleão, se adaptando a qualquer situação com o único propósito de se encaixar.

5.Apatia. Tema aos homens e você deixará de correr riscos para evitar um potencial fracasso ou vergonha. Se um projeto tem chances de dar errado, você nunca tentará. Em outras palavras, você nunca fará muita coisa.

6.Desonestidade. É difícil falar a verdade para alguém quando a verdade pode ser dolorida. Se tivermos medo da resposta de alguém, por outro lado, palavras necessárias nunca serão ditas porque nos preocupamos mais em sermos agradáveis do que com a obra de Jesus na vida da pessoa. Essa negligência sempre causa mais danos a longo prazo do que o dano que evita causar no presente.

7.Isolamento. Temor aos homens não deixa que você delegue nada porque os outros talvez não façam um bom trabalho (ou talvez façam um trabalho melhor), o que pode não refletir muito bem na sua reputação. Temor aos homens te leva a querer controlar tudo – mesmo que isso signifique ir sozinho.

8.Falta de decisão. Quando vivemos sob o medo ao invés de sob as convicções em que Deus nos deu, caminhamos em círculos, incapazes de andar para frente.
Te convido a honrar outras pessoas e se submeter à autoridade, mas também a se arrepender do temor aos homens. Temor e adoração devem ser a Deus. No fim das contas, apenas a opinião dele importa.


Fonte: Texto de Jamie Munson traduzido por Filipe Schulz no iPródigo
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pregações


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