sexta-feira, 9 de setembro de 2011

OBEDIÊNCIA DA FÉ NO EVANGELHO

  O Apóstolo Paulo na primeira carta aos Coríntios, no capítulo 15, nos versos 1 a 4, ensina que o evangelho que ele tinha recebido é que Cristo morreu por nossos pecados; que foi sepultado, e ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Este era o evangelho que ele tinha recebido. Muito provavelmente tinha recebido de Ananias depois que foi para Damasco, quando da sua conversão, e depois por Barnabé e os apóstolos.
Mas quando Paulo escreve a carta aos Romanos, provavelmente da própria cidade de Coríntios, ele fala que o evangelho, que chama ousadamente de seu evangelho, vai muito mais além. Ele diz que no evangelho é revelada de fé em fé a justiça de Deus (Rom. 1.17). E ele mesmo diz que os cristãos que estavam em Roma, necessitavam conhecer todo o evangelho em Cristo Jesus. Que eles também como Paulo só tinham recebido uma parte deste evangelho, e que todo o evangelho agora era dado a conhecer para a obediência da fé (Rom. 16.26).
Até o capítulo 5 da carta aos Romanos, Paulo fala mais uma vez sobre aquilo que eles já tinham recebido: a justificação pela fé. Mas a justificação é para levar o homem à glorificação, isto é, ser conformado à imagem de seu Filho: "Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou" Romanos 8.29-30.
Este é o propósito eterno de Deus, de nos conformar à imagem do seu Filho. Mas da justificação para a glorificação existe a santificação. No capítulo 5 de Romanos o apóstolo Paulo usa por 4 vezes a expressão "muito mais". Ele queria nos compartilhar que no evangelho em Cristo havia muito mais que apenas uma justiça através da fé no sangue. Que a graça tinha sido abundante no perdão dos nossos pecados, mas que ela tinha ido muito além do perdão, tinha sido superabundante. Tinha também alcançado uma libertação da escravidão do pecado.
No capítulo 6 Paulo entra na santificação pelo sacrifício de Cristo na cruz. Até o capítulo 5 Paulo trata da justificação pela fé, mas a partir do capítulo 6, já não é somente fé, mas também virtude e conhecimento. A graça não se mostraria mais abundante se continuasse apenas perdoando pecados, mas ela se mostrou mais abundante nos libertando do pecado e de sua escravidão: "Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado como escravos" Romanos 6.6. A Palavra da cruz é poder de Deus para os que já são salvos (I Cor. 1.18).
Cristo morreu e ressuscitou e nós fomos unidos, plantados em sua morte e ressurreição (Rom. 6.5), para que mortos para os pecados pudéssemos viver para a justiça (I Pd. 2.24, Gál. 2.19). Paulo em Romanos 6 entra no evangelho no que diz respeito à santificação. Cremos que fomos perdoados dos nossos pecados pelo sangue, agora temos que crer que morremos para o pecado, que estamos livres do velho homem e da escravidão do pecado. Que agora libertos do pecado fomos feitos servos da justiça (Rom. 6.18).
Que como Cristo morreu e ressuscitou, e já não morre mais, a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois quanto a ter morrido, de uma vez por todas morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus; assim também nós devemos nos considerar mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus. Agora devemos oferecer os nossos membros como instrumentos de justiça a Deus e não mais ao pecado. Portanto, devemos reinar sobre o pecado, e não o pecado reinar sobre nós, para obedecermos às suas concupiscências (Rom. 6.8-12). Reinar em vida por um só: Jesus Cristo (Rom. 5.17).
Uma vez que morremos e ressuscitamos com Cristo, com Ele viveremos. Ainda que permanecemos num corpo de morte, o pecado não reina mais. Quem reina é Jesus Cristo. Aleluia! Agora libertos do pecado, e feitos servos de Deus, temos que ter o nosso fruto para a santificação e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor (Rom. 6.22-23).
Agora não é somente fé no sangue de Cristo para perdão, mas fé e obediência à forma de doutrina a que temos sido entregues, para a santificação (Rom. 6.17). Antes não tínhamos escolha porque éramos escravos do pecado. Mas agora crendo que estamos libertos do pecado por Cristo na cruz, devemos agora apresentar os nossos membros não mais ao pecado como instrumentos de iniquidade, mas como quem ressuscitou com Cristo em novidade de vida. Oferecer agora os nossos membros como instrumentos de justiça a Deus (Rom. 6.9-13).
Paulo diz: "Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum" Romanos 6.1-2a. A graça é maravilhosa nos perdoando os pecados, mas ela só se mostra mais abundante libertando do pecado. Onde abundou o pecado, superabundou a graça, para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. A morte reinou trazendo escravidão, mas agora a graça reina, trazendo perdão e libertação (Rom. 5.20-21).
O perdão dos pecados já era dado no sacrifício dos animais na velha aliança, mas aqueles sacrifícios nunca podiam aperfeiçoar os que se achegavam a Deus (Heb. 10.1). Neste período a morte reinava e reinou até Cristo. Mas como os filhos são participantes de carne e sangue, Jesus também participou das mesmas coisas, para que pela morte, derrotasse aquele que tinha o império da morte, isto é, o diabo, e livrasse todos aqueles que com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão (Heb. 2.14-15).
Jesus derrotou aquele que tinha o império da morte, e agora Deus nos transportou daquele império, para o reino do Filho do seu amor (Col.1.13). Agora não estamos mais debaixo daquele poder da morte, mas do poder de uma vida indissolúvel. Fomos de novos gerados não de semente corruptível, que se corrompe pelo poder do pecado, mas de incorruptível, pela Palavra de Deus que é viva e permanece para sempre. Se é que temos purificado as nossas almas na obediência à verdade (I Pd. 1.22-23).
Uma vez justificados pela fé não podemos mais viver no pecado e esperar que a graça nos sustente. De modo nenhum. A graça é muito mais abundante. Ela não só nos perdoou, como também nos libertou do poder do pecado. Uma vez que estamos libertos do pecado, não podemos mais viver em suas concupiscências, mas como filhos amados, ser santos assim como Ele é santo (I Pd. 1.16). Seguindo a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (Heb. 12.14).
Uma vez justificados pela fé, e em paz com Deus, temos que crescer na santificação, porque esta é a vontade de Deus. Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação. Portanto, quem rejeita isto não rejeita o homem, mas sim a Deus, que nos deu o seu Espírito Santo (I Tess. 4.3, 7-8). Temos recebido um reino que não pode ser abalado, por isso, devemos reter a graça, crescer e esperar inteiramente nela, e servir a Deus agradavelmente, com reverência e santo temor; pois o nosso Deus é um fogo consumidor (Heb., 12.28-29).
A justificação e a santificação nos levarão a glorificação, porque Jesus tomará para si mesmo uma igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, mas santa e irrepreensível. Foi por isso que Ele morreu por ela e agora a está santificando pela lavagem da água pela Palavra. Tudo isto já temos em Cristo, porque Ele mesmo disse: Tudo está consumado. Mas para os que são santos, os que foram santificados em Cristo (I Cor. 1.2), é necessário ser santificado ainda (Apoc. 22.11); santificados na verdade (Jo. 17.17).
Este é o mandamento do Deus eterno, dado a conhecer a todas as nações para obediência da fé (Rom. 16.26). Amém.
Referência:http://www.vida.emcristo.nom.br/meditacao.html
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domingo, 4 de setembro de 2011

Jesus é maravilhoso

 Vejam queridos , mas prestem bastante atenção...
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sábado, 27 de agosto de 2011

Vem curte com agente.

Pare um pouco a rádio

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sermão do Monte - Parte XXVII("E, abrindo a sua boca, os ensinava...". Mateus 5.2.)


O sermão do monte é o marco que iniciou a caminhada de Jesus no seu ministério de ensino aos seus discípulos. Depois de separar seus doze apóstolos, percorreu toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino de Deus, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo. Assim a sua fama correu por toda a Síria. De sorte que o seguiam grandes multidões. Jesus, pois vendo as multidões, subiu em um monte e passou a ensiná-las sobre o Reino de Deus.
E abrindo a sua boca, disse-lhes: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis" Mateus 7.15-20.
Primeiramente, quem são os falsos profetas? O Senhor nos ensina em Sua Palavra que são os que falam de si mesmos: "Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça" João 7.17-18. São também aqueles que não confessam que Jesus veio em carne: "Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo" I João 4.1-3.
As Escrituras ainda nos ensinam que os falsos profetas são aqueles que negam a Jesus como o Soberano: "Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo" Judas 1.3. Também são aqueles que ensinam ou edificam pessoas excluindo Cristo, a pedra angular: "E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina, e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados" I Pedro 2.7-8.
Ouvi um estudo feito por uma pessoa em uma igreja e que foi gravado. Ele falou sobre muitas coisas, usou também a Palavra de Deus. Até o final não ouvimos falar de Cristo. Ouvimos muitas coisas desses profetas sobre a Palavra de Deus, mas eles não falam de Cristo. Todo ensino que exclui a Cristo é falso, não é do Espírito, é sabedoria humana: "E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus" I Coríntios 2.1-5.
Jesus ainda nos ensina que os tais vêm vestidos como ovelhas, mas são lobos destruidores. É fácil distinguir um falso profeta que vem pregando o espiritismo, o budismo ou o maometismo, mas não aquele que vem com aparência de piedade, anunciando a Palavra de Deus: "E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples" Romanos 16.17-18.
Mas se é assim, então como distingui-los? Jesus nos ensina que é pelos seus frutos. A parábola de Jotão nos mostra claramente sobre isto quando diz: "Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei, e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós. Porém a oliveira lhes disse: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores? Então disseram as árvores à figueira: Vem tu, e reina sobre nós.Porém a figueira lhes disse: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto, e iria pairar sobre as árvores? Então disseram as árvores à videira: Vem tu, e reina sobre nós. Porém a videira lhes disse: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, e iria pairar sobre as árvores? Então todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu, e reina sobre nós. E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis por rei sobre vós, vinde, e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano" Juízes 9.8-15.
A oliveira, a figueira e a videira que davam frutos, não queriam reinar sobre ninguém. Eles estavam contentes em estar glorificando a Deus e ministrando graça, doçura e alegria aos homens. Agora o espinheiro que não dava fruto, esse sim aceitou reinar sobre as árvores. São duas coisas que se completam: Alguns necessitam de que alguém os domine, e outros que não dão frutos tem muito prazer em dominar.
Porém, aquele que está em Cristo dá muito fruto, dá fruto bom, e nisto Deus é glorificado: "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer... Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos" João 15.5 e 8.
Por que julgar pelos frutos? Porque é pelos frutos que se mostra a natureza da árvore. Não pode uma árvore boa dar frutos maus, nem pode uma árvore má dar frutos bons. Ou a natureza é perversa e dá frutos maus, ou é divina e dá frutos bons. Quanto aos falsos profetas, as suas obras são: "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" Gálatas 5.19-21. Já os verdadeiros, o seu fruto é: "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" Gálatas 5.22.
O Senhor ainda nos ensina mais sobre isto quando diz: "Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito" Judas 1.19. Acautelai-vos disse Jesus. Tenham cautela, previnam-se, tenham cuidado com os falsos profetas. Resguardem-se e verifiquem se o espírito provém de Deus. Ponha a prova do Espírito Santo que nos conduz à toda verdade, e não se impressionem com sinais e prodígios que não servem para identificar se a árvore é boa ou má. Espere para ver o seu fruto, então você poderá conhecê-lo verdadeiramente.
O profeta que é verdadeiro tem um testemunho de vida para imitarmos: "Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver" Hebreus 13.7.
Se Cristo é a vida de um profeta, então o seu fruto será santo e será bom. Caso o profeta ainda esteja no seu pecado, então os seus frutos serão maus. Se a raiz é santa, os ramos também o são. O seu fruto será bom, do contrário, serão maus: "E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são" Romanos 11.16. Uma árvore má só pode esconder a sua natureza até que dê o seu fruto. A partir daí não pode mais esconder, por isso disse Jesus: "pelos seus frutos os conhecereis". Amém.

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sábado, 20 de agosto de 2011

Ei Irmão que se diz Levita.

Veja e reavalie seus atos Levitas... Que o Senhor esteja convosco.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Os caminhos do coração


Texto: Ec.11.9

Introdução: Salomão, talvez já idoso, aconselhou os jovens com base em uma experiência pessoal e dolorosa.
Conforme se lê em Ec.2, o rei se deixou levar pelos caminhos do seu próprio coração, buscando aquilo que seus olhos desejavam.
O resultado foi vaidade e aflição de espírito.

1- Quais são os caminhos do coração?
São aqueles ligados aos nossos desejos, que podem ser corretos ou não. Os caminhos do coração podem determinar nosso
destino nesta vida e na eternidade. Nossa vida profissional e familiar será determinada pelo que desejamos e buscamos.

2- Onde esses caminhos nos levam?
O coração do homem é enganoso (Jr.17.9). Alguns caminhos parecem bons, mas conduzem à morte (Pv.5.5; 12.15; 14.12; 21.2; ).
Precisamos avaliar nossos desejos e planos sob a luz da bíblia.

3- O caminho de Deus.
Jesus é o caminho de Deus para nós. Andar nesse caminho significa andar com Jesus, viver do modo como ele quer, de acordo
com seus mandamentos e ensinamentos.

Conclusão: Abandone todo caminho mau. Não confie cegamente no seu próprio coração, mas busque a direção de Deus.
Aceite o caminho de Deus, que é o único que conduz à felicidade e à vida eterna.
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Os jovens também se cansam


Textos: Pv. 20.29; Is.40.30-31
Introdução: Em Provérbios 20.29, Salomão elogia a força dos jovens. Porém, Isaías diz que os jovens se cansarão,
ficarão exaustos e cairão. Se os jovens são tão fortes, têm tanta energia e disposição, por quê eles se cansariam e cairíam?

1- A frustração dos objetivos não alcançados.
Emprego, carreira, dinheiro, casamento, e outros sonhos ou necessidades são, muitas vezes, impedidos ou adiados por motivos diversos.
Isto pode causar desânimo e um tipo de cansaço por causa da luta.

2- O cansaço por querer antecipar as coisas ou ir longe demais.
Quem corre muito se cansa. Muitos jovens estão muito apressados para experimentarem os prazeres da vida. Com isso,
entregam-se ao sexo ilícito, a relacionamentos superficiais. Isso pode causar um cansaço existencial, quando, ao se chegar a um
certo tempo da vida, os prazeres tornaram-se problema porque foram buscados na hora errada. Por exemplo, o sexo ilícito pode
trazer gravidez precoce e não planejada, além de doenças, formação familiar inadequada, etc.

3- A força roubada por Satanás.
O Inimigo rouba a força do jovem através do vício da bebida, do fumo e das drogas.

4- A queda do jovem.
Primeiro vem o cansaço, mas o indivíduo tenta continuar com o mesmo tipo de vida. Depois, vem a exaustão, que é um cansaço
extremo e imobilizador. O estágio seguinte é a queda. Quantos estão desistindo dos estudos, da família, do trabalho, e até mesmo
da própria vida!

Conclusão: Não desista. Coloque Deus na sua história. Jesus disse: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados
e eu vos aliviarei” (Mt.11.28). “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças.” (Is.40.31).
O jovem precisa aprender a confiar em Deus e esperar pelo que o futuro lhe reserva, não tentando antecipar aquilo que sua consciência
rejeita por ainda não ser o momento certo.
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